

O TELRISK é um software destinado à realização da análise de risco e da avaliação da frequência de danos, conforme os critérios estabelecidos em norma, a partir do preenchimento de dados do projeto. Foi desenvolvido para se integrar ao fluxo de trabalho do projetista de PDA, aplicando de forma fiel o método da ABNT NBR 5419-2. O software contempla a estrutura normativa da análise de risco e a avaliação da frequência de danos e os critérios de cálculo e de comparação com os valores toleráveis definidos pela norma. Na prática, o TELRISK:
- Automatiza cálculos complexos.
- Reduz retrabalho em revisões de projeto.
- Permite comparar soluções de proteção.
- Gera relatórios técnicos completos, prontos para documentação e apresentação a clientes ou órgãos técnicos.
O resultado é mais eficiência no projeto e mais segurança na tomada de decisão.
Ao utilizar o TELRISK, o projetista e a empresa de engenharia contam com o Suporte Técnico da Termotécnica, formado por especialistas em proteção contra descargas atmosféricas. Esses profissionais atuam diretamente em projetos reais de PDA, participam da comissão de estudos e dos grupos de trabalho responsáveis pela revisão da ABNT NBR 5419 e auxiliam não apenas no uso do software, mas em qualquer questão relacionada a projetos e materiais de PDA.
- O que é a Análise de Risco?
No dia a dia do projetista de PDA e das empresas de engenharia, a análise de risco, conforme a ABNT NBR 5419-2, é o método técnico que permite avaliar os riscos associados às descargas atmosféricas que podem afetar uma estrutura.
A norma define o risco como a provável perda média anual causada por essas descargas e estabelece critérios objetivos para verificar se esse risco é tolerável. A partir desse resultado, o projetista consegue definir quais medidas de proteção devem ser adotadas, com base técnica e respaldo normativo.
Na prática, a análise de risco é o que transforma o projeto de PDA em uma decisão de engenharia justificada, especialmente em projetos que exigem comprovação técnica junto a clientes, auditorias ou seguradoras.
- O que é a Frequência de Danos?
A frequência de danos, conforme a NBR 5419-2, está relacionada exclusivamente ao dano D3, que corresponde à perda de serviço causada pela falha de sistemas elétricos e eletrônicos internos.
Para o projetista, esse indicador mostra quantas vezes por ano, em média, essas falhas podem ocorrer, considerando as características da estrutura, dos sistemas elétricos e eletrônicos e das medidas de proteção adotadas.
Essa avaliação deve ser realizada sempre que a perda de serviço causada pela falha de sistemas eletroeletrônicos for pertinente. Deve-se considerar, ainda, a extensão desses impactos. Sistemas cuja falha pode afetar uma comunidade, como cidade, região ou bairro, são considerados críticos e, portanto, toleram uma frequência de danos menor do que aqueles classificados como não críticos.
- Por que realizar a análise no projeto de PDA?
Para escritórios de engenharia e projetistas, a análise de risco é o método recomendado pela NBR 5419-2 para fundamentar tecnicamente o projeto de proteção contra descargas atmosféricas. Ela permite:
- Avaliar se o risco é tolerável ou não.
- Definir a necessidade de proteção e o nível adequado.
- Justificar tecnicamente as soluções adotadas no projeto.
Sem essa análise, o projeto pode ficar subdimensionado, comprometendo a segurança, ou superdimensionado, aumentando custos e dificultando a defesa técnica das escolhas feitas em projeto.
- Como devo realizar a análise de risco?
A análise deve seguir o método definido na ABNT NBR 5419-2, que estabelece um procedimento estruturado e sequencial. Na prática do projetista, esse processo envolve:
- Caracterizar a estrutura, o entorno e a ocupação.
- Identificar os tipos de perdas relevantes para o empreendimento.
- Avaliar os eventos perigosos associados às descargas atmosféricas.
- Calcular os riscos e a frequência de danos, comparando-os com os valores toleráveis.
- Definir as medidas de proteção necessárias.
Embora normatizado, o método exige atenção técnica, experiência e interpretação adequada, especialmente em projetos diferenciados ou com sistemas sensíveis.
- Por que usar um software na análise de risco?
No cotidiano dos escritórios de engenharia, a análise manual segundo a NBR 5419-2 demandaria tempo, organização e alto nível de atenção. Um software especializado permite ao projetista:
- Reduzir erros de cálculo e inconsistências.
- Ganhar produtividade em análises recorrentes ou revisões de projeto.
- Avaliar diferentes cenários de forma rápida e estruturada.
- Manter rastreabilidade técnica dos dados e resultados.
Isso torna o processo mais eficiente, sem abrir mão do controle técnico.
Para realizar a compra do TELRISK em nome de pessoa jurídica, entre em contato com nosso suporte.
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